Mostrando postagens com marcador Pinguins de Magalhães. Mostrar todas as postagens
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Patagônia -10° Dia - 05/01/19

10° Dia - 05/01/19
Camarrones (Reserva Natural Cabo dos Bahias) a Comodoro Rivadavia.
Quilometragem Parcial: 323,4 km 
Quilometragem Total: 3.766,2 km
Despertamos cedo para nos dirigirmos a Reserva Natural Cabo dos Bahias, distante 30 km de Camarrones, por uma estrada de Rípio. Cabo das Bahias é uma Pinguineira em um local fantástico de beleza ímpar. Já o caminho que leva ao parque, margeando o oceano atlântico de um azul incrível, é muito lindo. Este azul, contrastando com o verde dos arbustos e amarelo dos capins característicos da região e o preto e vermelho das rochas, faz da paisagem algo extraordinário. Chegando a este templo da natureza vemos Guanacos, pinguins de Magalhães, pássaros aquáticos, lobos marinhos, convivendo em harmonia. Uma passarela de alumínio, nos permite chegar bem próximo aos animais, que por sua vez não tem medo do homem, pois ali são respeitados. A distância do parque e sua vizinha Punta Tombo (a principal pinguinera da região), fazem cabo das Bahias não ser muito conhecido e visitado. Apreciamos com muito vagar e silêncio este espetáculo emocionante da natureza.

Patagônia - 8° dia - 03/01/19 (2° Parte)

8° dia - 03/01/19 - 2° Parte 
Punta Norte a Punta Delgada (Área natural Península Valdés)

De Punta Norte seguimos sentido sul com o mar a nossa esquerda, até Caleta Valdes. No caminho uma pinguinera e o incrível cenário do local. Antes de chegar em Caleta Valdes, nos pareceu familiar uma casinha em meio ao descampado. Se tratava de nada menos que a casa utilizada como cenário do filme “Farol das Orcas”, uma linda história da relação entre Orcas e homens que havíamos a algum tempo assistindo e que muito nos emocionou. O mote é o tratamento de um menino espanhol autista que consegue reagir e expressar emoções de alegria e entusiasmo quando as vê. Um dia o menino estava assistindo TV, quando um documentário mostrava um guarda parque mantendo contato com baleias Orcas, consideradas extremamente agressivas e predadoras. Sua mãe ao ver a reação do filho, que expressava ali um grande sorriso de felicidade decide levá-lo aos confins da Patagônia para encontrar este guarda parque que se comunica com as Orcas, para possibilitar a mesma experiência ao filho. A história se desenrola a partir desse mote e do encontro destas três vidas, do menino, da mãe e do guarda parque.